ESCÂNDALO: Batman está nos arquivos de Epstein — entenda a situação

O Cavaleiro das Trevas está em arquivos criminosos. Jeffrey Epstein era obcecado pelo Batman e usava o herói para ocultar crimes.

A recente abertura dos arquivos de Jeffrey Epstein pelo Departamento de Justiça do EUA chocou a opinião pública mundial. Entre as muitas revelaçãos, documentos federais revelam que o criminoso utilizava a mitologia do Batman para ocultar segredos terríveis.

Os e-mails abrangem vários anos e mostram o Batman aparecendo em contextos diferentes, desde estreias de filmes e conversas com fãs até trocas privadas envolvendo dinheiro, controle e linguagem coercitiva.

O bilionário faleceu em 2019, mas a extensão total de seus atos ilícitos ainda permanece incerta. Por isso, a descoberta de referências ao Cavaleiro das Trevas em 112 documentos gerou um escrutínio inédito.

Uma investigação detalhada sugere que Epstein usava a lenda da DC Comics como um codinome estratégico. O traficante de pessoas protegia a identidade de um cliente VIP por meio dessa palavra-chave.

Esta obsessão pelo universo de Gotham não projeta uma imagem positiva sobre os bastidores de Hollywood. Registros indicam que o criminoso tinha acesso privilegiado a eventos exclusivos da franquia de super-heróis.

E-mails interceptados, como o código EFTA01797130, confirmam a presença de Epstein na estreia de Batman Vs Superman: A Origem da Justiça. O documento detalha a coordenação da equipe para retirar ingressos para a festa em Nova York.

Aparentemente, a assessora Peggy Siegal organizou a logística para que o criminoso frequentasse o evento oficial em 2016. Naquele momento, a justiça já havia condenado Epstein por crimes graves contra uma menor de idade.

Mesmo com o histórico público de aliciamento, o infrator circulava livremente entre as estrelas do cinema. Portanto, a conexão entre o mundo dos negócios escusos e a elite do entretenimento levanta dúvidas perturbadoras.

Ele era obcecado pelo Batman

Além da presença em festas, o criminoso acumulava itens de colecionador que homenageavam o 80º aniversário do herói. Pinturas exclusivas e batarangues de luxo decoravam as propriedades onde os abusos ocorriam.

Entretanto, as referências ao “Batman” como um suposto cliente misterioso despertam a atenção máxima. Epstein e seus funcionários citavam esse apelido repetidamente em diálogos que envolviam dinheiro e poder.

Um dos documentos, o EFTA02455819, cita que este “Batman” enviava pagamentos mensais de 3 mil dólares. Segundo a investigação, esses valores serviam para manter as vítimas em uma situação de miséria e dependência.

Outra passagem assustadora dos arquivos federais afirma explicitamente que “o rato encontrou um Batman”. Tais termos indicam uma busca ativa por novos colaboradores ou financiadores para a rede criminosa.

A censura em grandes partes dos documentos oficiais dificulta a identificação imediata desse indivíduo poderoso. No entanto, o uso de um símbolo da justiça para mascarar crimes hediondos atinge a marca Batman.

Especialistas acreditam que o uso de codinomes era uma prática comum para proteger figuras públicas envolvidas. O público americano agora exige que a identidade real por trás do disfarce de Gotham seja revelada.

As implicações para a indústria do cinema são graves e merecem uma apuração rigorosa pelas autoridades competentes. Seja como for, a associação entre o herói e o escândalo mancha o imaginário popular.

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