O dia em que Coringa assediou sexualmente o Batman; confira

Em uma clássica graphic novel, Coringa assediou sexualmente o Batman, causando uma previsível polêmica entre os leitores da época.

O dia em que Coringa assediou sexualmente o Batman; confira

Asilo Arkham – Uma Séria Casa em um Sério Mundo é uma graphic novel do Batman escrita por Grant Morrison e ilustrada por Dave McKean. A história segue o Batman, que é...

 O dia em que Coringa assediou sexualmente o Batman; confira
Imagem: Reprodução | Divulgação
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Asilo Arkham – Uma Séria Casa em um Sério Mundo é uma graphic novel do Batman escrita por Grant Morrison e ilustrada por Dave McKean. A história segue o Batman, que é chamado para reprimir um tumulto enlouquecedor que ocorre no infame Asilo Arkham, um hospital psiquiátrico que abriga os supervilões mais perigosos de Gotham City.

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No interior do Arkham, Batman confronta muitos de seus vilões duradouros, como o CoringaDuas-Caras e Crocodilo. À medida que Batman mergulha na loucura, ele descobre a origem do Asilo Arkham, a história de seu fundador Amadeus Arkham e o mistério sobrenatural e psicológico que assombra a mansão.

Na história, o Comissário Gordon informa ao Cavaleiro das Trevas que os pacientes do Asilo Arkham assumiram o prédio e matarão a equipe, a menos que Batman concorde em se encontrar com eles. Entre os reféns está uma jovem chamada Pearl, que trabalha na cozinha; o atual administrador, Dr. Charles Cavendish; e Dr. Ruth Adams, uma terapeuta.

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Os pacientes do Arkham são liderados pelo Coringa, que mata um guarda para estimular o Batman a obedecer aos seus desejos. Duas-Caras, enquanto isso, se degenerou ainda mais na loucura como resultado da terapia de Adams; ela substituiu sua moeda de marca registrada por um dado de seis lados e depois por um baralho de cartas de tarô, tornando-o incapaz de tomar decisões simples como ir ao banheiro.

Batman é forçado a um jogo de esconde-esconde, e lhe dizem que tem uma hora para percorrer os corredores labirínticos e encontrar uma saída antes que seus antigos inimigos sejam enviados para encontrá-lo. A história é intercalada com flashbacks da vida e infância do fundador do Arkham, Amadeus Arkham.

Nesta história, Grant Morrison fez o Coringa com características homossexuais e escreveu uma cena em que o Coringa cutuca com o dedo médio, de surpresa, o traseiro do Batman, causando uma previsível polêmica entre os leitores da época. Batman reage irritado: “Tire suas mãos sujas de mim”. Confira abaixo:

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A conotação gay dada ao Coringa nesta história fica ainda mais clara em outras duas cenas. Já em sua primeira aparição na mesma, ele pergunta: “Não sou gostoso o bastante pra ser comido?” e posteriormente abraça o Dr. Charles Cavendish, gritando: “Me beija, Charlie! Me estupra! Mas nada de língua, ouviu? Não no primeiro encontro”.

O Coringa é um personagem com quase 80 anos de história, metade dos quais ele foi retratado com  características homossexuais. O recém-falecido Neal Adams chegou a afirmar que o Coringa sempre foi homossexual. Essa opinião foi compartilhada por outros autores e artistas de quadrinhos por décadas.

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O Coringa confessou repetidamente seus sentimentos ao Batman e mostrou interesse por outros homens. O vilão também havia um namorado sem nome na graphic novel Advogado do Diabo. O fato é que o Coringa tem muitos traços femininos – ele usa batom, pinta as unhas, usa salto alto e às vezes faz crossdressing.

Anos atrás, uma petição de fãs foi lançada no Change.org para “tornar o Coringa gay novamente”. A petição foi dirigida ao presidente e diretor criativo da DC Comics da época, Geoff Johns. Alguns usuários defenderam o fato de o Coringa ser assexual, enquanto outros defenderam que o vilão é “ambiguamente gay”.

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