DC acaba de revelar a versão mais demoníaca do Coringa
Uma reviravolta inesperada coloca o Coringa em um novo patamar, capaz de rivalizar até com entidades cósmicas.

Durante décadas, Coringa construiu sua lenda sem jamais depender de superpoderes. Ainda assim, a DC acaba de levá-lo a um território que poucos vilões já alcançaram, e o resultado é tão perturbador quanto imprevisível.
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Enquanto outros antagonistas apostam em força, magia ou domínio cósmico, Coringa sempre venceu pelo medo. Sua violência metódica e seu desprezo absoluto pela vida criaram uma aura que intimida até entidades muito acima dele na cadeia de poder.
Essa lógica, porém, parecia não ter espaço no torneio Rei Ômega. Idealizado por Darkseid, o confronto reúne algumas das figuras mais poderosas do multiverso em uma disputa que deveria eliminar rapidamente personagens “humanos”.
O inesperado acontece logo nas primeiras rodadas. Contra qualquer previsão, Coringa não apenas sobrevive, como avança. Um a um, heróis e vilões caem, enquanto ele segue adiante usando inteligência, brutalidade e caos puro.
Ao chegar à quarta rodada, o cenário muda drasticamente. Os competidores restantes enfrentam a chamada Trindade Absoluta, versões corrompidas por energia Ômega do Batman, Superman e Mulher-Maravilha, agora servindo diretamente a Darkseid.
Diante desse poder esmagador, pela primeira vez, o vilão não tenta blefar nem provocar. Em vez disso, ele pede para mudar de lado. Isso ocorre em DC K.O. #4, de Scott Snyder, Joshua Williamson, Javi Fernández, Xermánico e Alejandro Sánchez
Coringa se tornou um Parademônio
Darkseid aceita a proposta e transforma o Coringa em algo novo. Não apenas um aliado, mas uma variação inédita de Parademônio, elevada para atuar como um quarto cavaleiro em sua guerra. Essa mudança redefine completamente o vilão.
Parademônios já são conhecidos por sua resistência e letalidade, mas o Coringa carrega algo que eles não têm: criatividade assassina e prazer genuíno na destruição. O histórico do personagem no torneio só reforça essa ameaça.
Ele elimina o Cavaleiro das Trevas logo no início, devasta múltiplos adversários na rodada seguinte e atravessa uma batalha multiversal sem ser derrotado. Em determinado ponto, a narrativa revela um detalhe decisivo.
O Príncipe Palhaço do Crime acumulava mais energia Ômega do que qualquer outro participante, tornando-se, tecnicamente, o favorito absoluto ao título. Mesmo assim, ele abandona o torneio por vontade própria.
Não por derrota, honra ou estratégia, mas porque o caos sempre foi mais importante do que vencer. Com isso, o peso da batalha final recai sobre Superman, Mulher-Maravilha e Lex Luthor.
Eles precisam enfrentar tanto a Trindade Absoluta quanto um Coringa elevado a um novo estágio de ameaça. Ainda resta uma dúvida inquietante. Se surgir a chance de eliminar o Batman Absoluto, Coringa pode interferir novamente, não por lealdade, mas por puro prazer.
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No fim, a DC deixa claro: quando o caos é a única motivação, nem mesmo o poder supremo é suficiente para controlar o Coringa. Mas e você, o que acha de tudo isso? Comente abaixo e fique por dentro do Legado da DC!
